O raciocínio por trás da escolha é direto: jovens com domínio do idioma ganham acesso a programas de formação dual que combinam estudo teórico e prática em empresas alemãs, bolsas em universidades europeias e vagas em multinacionais que exigem ou valorizam o conhecimento do idioma. É uma aposta de longo prazo na empregabilidade internacional, em um país que vê no idioma estrangeiro uma ferramenta real de mobilidade social, não apenas um conteúdo curricular.